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	<title>Taanteatro &#187; Livros</title>
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		<title>CODINOME ABRAXAS # 02 – TAANTEATRO COMPANHIA (BRASIL)</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Mar 2025 16:50:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wolfgang</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Edição especial da AGULHA REVISTA DE CULTURA CODINOME ABRAXAS # 02 – TAANTEATRO COMPANHIA (BRASIL) editorial &#124; As tensões renovadoras da amizade &#8220;Dando curso a essa sessão de homenagens de Agulha Revista de Cultura, destacamos a presença em palco &#8230; <a href="http://www.taanteatro.com/livros/codinome-abraxas-02-taanteatro-companhia-brasil.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2025/03/Captura-de-Tela-2025-03-23-às-12.46.35.jpeg"><img class="alignleft size-full wp-image-6048" src="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2025/03/Captura-de-Tela-2025-03-23-às-12.46.35.jpeg" alt="" width="1910" height="1630" /></a></p>
<p>Edição especial da AGULHA REVISTA DE CULTURA<br />
<span id="more-6047"></span></p>
<p><strong>CODINOME ABRAXAS # 02 – TAANTEATRO COMPANHIA (BRASIL)</strong><br />
editorial | As tensões renovadoras da amizade</p>
<p>&#8220;Dando curso a essa sessão de homenagens de Agulha Revista de Cultura, destacamos a presença em palco da Taanteatro Companhia, alquímica experiência de tensões, como tão bem observa sua criadora, a bailarina e coreógrafa Maura Baiocchi, ao lado de Wolfgang Pannek, ator, tradutor e cineasta. Ambos são autores, diretores e inconfundíveis criadores de eventos culturais, entre os quais se encontram o Cinefestival Internacional de Ecoperformance. O palco é a casa de suas discussões metafísicas, seja na abordagem das inúmeras formas de flagelação das sociedades humanas ou na fertilidade ascética de jogos e cerimônias míticas. A Taanteatro Companhia representa o despojamento do mistério, o transbordamento do ilusório nas artes da dança e do teatro, o corpo que serve à geração de todas as formas e expressões. (&#8230;)&#8221; <em>Floriano Martins</em></p>
<p><strong>INDICE</strong></p>
<p><a title="editorial | As tensões renovadoras da amizade" href="https://arcagulharevistadecultura.blogspot.com/2025/03/codinome-abraxas-02-taanteatro.html" target="_blank">Editorial</a></p>
<p><a title="ALBERTO LIGALUPPI, LUISA HEREDIA, MIGUEL PASSARINI | De passagem por Córdoba: Subtração de Ofelia &amp; Submerge" href="https://arcagulharevistadecultura.blogspot.com/2025/03/alberto-ligaluppi-luisa-heredia-miguel.html" target="_blank">ALBERTO LIGALUPPI, LUISA HEREDIA, MIGUEL PASSARINI | De passagem por Córdoba: Subtração de Ofelia &amp; Submerge</a></p>
<p><a title="ALEXANDRE RIBONDI, OSWALDO FAUSTINO | Dança Du-Elo" href="https://arcagulharevistadecultura.blogspot.com/2025/03/alexandre-ribondi-oswaldo-faustino.html" target="_blank">ALEXANDRE RIBONDI, OSWALDO FAUSTINO | Dança Du-Elo</a></p>
<p><a href="https://arcagulharevistadecultura.blogspot.com/2025/03/cassia-navas-celso-araujo-celia-musilli.html" title="CASSIA NAVAS, CELSO ARAUJO, CÉLIA MUSILLI, NELSON DE SÁ, FRANCISCO WASILEWSKI, RENATO MENDONÇA | Taanteatro vezes quatro: Androgyne &amp; Dan &amp; Rit.U &amp; Homem branca e cara vermelha" target="_blank">CASSIA NAVAS, CELSO ARAUJO, CÉLIA MUSILLI, NELSON DE SÁ, FRANCISCO WASILEWSKI, RENATO MENDONÇA | Taanteatro vezes quatro</a></p>
<p><a title="CÉLIA MUSILLI | Três vezes conversando com Wolfgang Pannek" href="https://arcagulharevistadecultura.blogspot.com/2025/03/celia-musilli-tres-vezes-conversando.html" target="_blank">CÉLIA MUSILLI | Três vezes conversando com Wolfgang Pannek</a></p>
<p><a title="CÉLIA MUSILLI, VICTOR MAZIN | Trans" href="https://arcagulharevistadecultura.blogspot.com/2025/03/celia-musilli-victor-mazin-trans.html" target="_blank">CÉLIA MUSILLI, VICTOR MAZIN | Trans</a></p>
<p><a title="FLORENCE DE MÈREDIEU, PHILIPPE PERSON, GUILLAUME D'AZEMAR DE FABREGUES, LENISE PINHEIRO | Artaud, le momo" href="https://arcagulharevistadecultura.blogspot.com/2025/03/florence-de-meredieu-philippe-person.html" target="_blank">FLORENCE DE MÈREDIEU, PHILIPPE PERSON, GUILLAUME D&#8217;AZEMAR DE FABREGUES, LENISE PINHEIRO | Artaud, le momo</a></p>
<p><a title="FLORIANO MARTINS | O universo em sintonia com Maura Baiocchi" href="https://arcagulharevistadecultura.blogspot.com/2025/03/floriano-martins-o-universo-em-sintonia.html" target="_blank">FLORIANO MARTINS | O universo em sintonia com Maura Baiocchi</a><br />
<a title="VALMIR SANTOS, BETH NÊSPOLI, SÉRGIO MAGGIO, PETER PÁL PELBART, NIDIA BURGOS | Biblioteca Taanteatro" href="https://arcagulharevistadecultura.blogspot.com/2025/03/valmir-santos-beth-nespoli-sergio.html" target="_blank"><br />
VALMIR SANTOS, BETH NÊSPOLI, SÉRGIO MAGGIO, PETER PÁL PELBART, NIDIA BURGOS | Biblioteca Taanteatro</a></p>
<p><a title="WOLFGANG PANNEK | Frida Kahlo: uma mulher de pedra dá luz à noite" href="https://arcagulharevistadecultura.blogspot.com/2025/03/wolfgang-pannek-frida-kahlo-uma-mulher.html" target="_blank">WOLFGANG PANNEK | Frida Kahlo: uma mulher de pedra dá luz à noite</a></p>
<p><a title="FLORIANO MARTINS | Conversa com Wolfgang Pannek – Da violência: Fanon" href="https://arcagulharevistadecultura.blogspot.com/2025/03/floriano-martins-uma-conversa-com.html" target="_blank">FLORIANO MARTINS | Conversa com Wolfgang Pannek – Da violência: Fanon</a></p>
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		<title>ECOPERFORMANCE E ECOPOLÍTICA DA CENA</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Dec 2023 21:20:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wolfgang</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frontpage]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[Ecoperformance]]></category>
		<category><![CDATA[Ecopolítica]]></category>
		<category><![CDATA[Maura Baiocchi]]></category>
		<category><![CDATA[Wolfgang Pannek]]></category>

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		<description><![CDATA[Arte da Cena &#8211; Volume IX &#8211; Ecoperformance e Ecopolítica da Cena Editor convidado: Wolfgang Pannek Editor: Alexandre Nunes Visando uma transformação paradigmática das artes cênicas, a nova edição da Arte da Cena explora as relações performáticas entre meio ambiente, &#8230; <a href="http://www.taanteatro.com/livros/ecoperformance-e-ecopolitica-da-cena.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2023/12/8af0e611-faae-4455-873d-200e37106694.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5868" src="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2023/12/8af0e611-faae-4455-873d-200e37106694.jpg" alt="" width="724" height="1024" /></a><br />
<strong>Arte da Cena &#8211; Volume IX &#8211; Ecoperformance e Ecopolítica da Cena</strong><br />
Editor convidado: Wolfgang Pannek<br />
Editor: Alexandre Nunes<br />
<span id="more-5867"></span><br />
Visando uma transformação paradigmática das artes cênicas, a nova edição da Arte da Cena explora as relações performáticas entre meio ambiente, corpo e ancestralidade.<br />
Em diálogo com o trabalho conceitual da coreógrafa brasileira Maura Baiocchi (ecorporalidade, ecoperformance, eco[po]ética), o Volume IX da revista é o resultado da cooperação entre o Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal de Goiás (UFG) e o Festival Internacional de Cinema Ecoperformance.<br />
<a title="Link da revista" href="https://revistas.ufg.br/artce/issue/view/2392" target="_blank">Link da revista</a><br />
Apresenta artigos, entrevistas, ensaios e relatórios de acadêmicos e artistas da Argentina, Austrália, Brasil, França, Alemanha, Polônia e Rússia:<br />
Wolfgang Pannek, Maura Baiocchi, Frê Arvora, Mateus Scota, Bianca Scliar Cabral Mancini, Kamila Mamadnazarbekova, Joelma Araújo, Marcela Cavallini, Sofia Mussolin, Laura Castro de Araújo, Candice Didonet, Shane Pike, Regilan Deusamar Barbosa Pereira, Juliana Maria Greca, Daniela Kuhn, Julie Dind, Juliana Lima, Raimundo Kleberson de Oliveira Benício, Adriana Rolin, Ana Carolina da Rocha Mundim, Sidnei Puziol Junior, Jarek Lustych, Alexandre Silva Nunes, Eleonora Candelaria Silvestro.</p>
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		<title>Taanteatro e Surrealismo</title>
		<link>http://www.taanteatro.com/livros/taanteatro-e-surrealismo.html</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 23:18:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wolfgang</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Agulha Revista de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Candelaria Silvestro]]></category>
		<category><![CDATA[Floriano Martins]]></category>
		<category><![CDATA[Maura Baiocchi]]></category>
		<category><![CDATA[Taanteatro]]></category>
		<category><![CDATA[Vadim NIKTIN]]></category>
		<category><![CDATA[Wolfgang Pannek]]></category>

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		<description><![CDATA[Agulha Revista de Cultura Série SURREALISMO SURREALISTAS # 03 Número 202 &#124; fevereiro de 2022 &#8220;Este terceiro número da série SURREALISMO SURREALISTAS é uma homenagem nossa à Taanteatro Companhia, em São Paulo, que tem à frente Maura Baiocchi e Wolfgang Pannek, de &#8230; <a href="http://www.taanteatro.com/livros/taanteatro-e-surrealismo.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2023/11/ARC202Capa06.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5847" src="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2023/11/ARC202Capa06.jpg" alt="" width="640" height="582" /></a></p>
<p><strong><em>Agulha Revista de Cultura</em></strong></p>
<p style="text-align: left" align="center">Série SURREALISMO SURREALISTAS # 03</p>
<p style="text-align: left" align="center">Número 202 | fevereiro de 2022</p>
<p><span id="more-5845"></span><br />
&#8220;Este terceiro número da série <em>SURREALISMO SURREALISTAS</em> é uma homenagem nossa à Taanteatro Companhia, em São Paulo, que tem à frente Maura Baiocchi e Wolfgang Pannek, de modo que a edição contou com a valiosa curadoria deste último, que também traduziu quase todos os ensaios.&#8221;</p>
<p><a title="Link" href="https://arcagulharevistadecultura.blogspot.com/2022/02/agulha-revista-de-cultura-202-fevereiro.html" target="_blank">Link</a></p>
<p style="text-align: left" align="center">Curador  |  WOLFGANG PANNEK</p>
<p style="text-align: left" align="center">Editor geral | FLORIANO MARTINS</p>
<p style="text-align: left" align="center">Editor assistente | MÁRCIO SIMÕES</p>
<p style="text-align: left" align="center">Artista convidada | CANDELARIA SILVESTRO</p>
<p style="text-align: left" align="center">Traduções |  WOLFGANG PANNEK, VADIM NIKTIN</p>
<p style="text-align: left" align="center"><span>ARC Edições © 2022</span></p>
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		<title></title>
		<link>http://www.taanteatro.com/livros/5276.html</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Apr 2022 15:33:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wolfgang</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[ECOPERFORMANCE Volume I Organization, edition, translations: Wolfgang Pannek Editorial production: Mônica Cristina Bernardes Graphic design: Hiro Okita São Paulo: Transcultura, 2022. Free download here Voluntary contributions here CONTENT Editorial Note Welcome Words by Maura Baiocchi 1st International Ecoperformance Festival &#8211; The Program Ecoperformance Wolfgang Pannek &#8230; <a href="http://www.taanteatro.com/livros/5276.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2022/04/278667689_10209681950242624_4253848349499282119_n.jpg"><img src="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2022/04/278667689_10209681950242624_4253848349499282119_n.jpg" alt="" width="1218" height="1727" class="alignleft size-full wp-image-5277" /></a></p>
<p><strong>ECOPERFORMANCE </strong>Volume I<br />
<span id="more-5276"></span></p>
<p>Organization, edition, translations: Wolfgang Pannek<br />
Editorial production: Mônica Cristina Bernardes<br />
Graphic design: Hiro Okita<br />
São Paulo: Transcultura, 2022.</p>
<p>Free download <a title="here" href="https://drive.google.com/file/d/1XC4uVnsyQ_cOLOJoUrKnFyzfwEoDW8Vn/view?usp=sharing" target="_blank">here</a><br />
Voluntary contributions <a title="here" href="http://www.taanteatro.com/english/?p=2732" target="_blank">here</a></p>
<p>CONTENT</p>
<p>Editorial Note<br />
<strong>Welcome Words</strong> by Maura Baiocchi<br />
<strong>1st International Ecoperformance Festival &#8211; The Program</strong><br />
<strong>Ecoperformance</strong> Wolfgang Pannek</p>
<p><strong>REFLECTIONS ON ECOPERFORMANCE</strong></p>
<p><strong>Daily Life on this Planet</strong> Hilary Wear<br />
<strong>Where do we live? </strong>Lara Dau Vieira, Ricardo Fornara<br />
<strong>Interconnectivity through Performance and the Importance of Listening</strong> Monika Tobel<br />
<strong>Mutual Exchange between all Living Beings</strong> Lisa Giebel<br />
<strong>Ecoperformance and EcoPanFormance</strong> Alexandre Nunes<br />
<strong>Geopoiesis</strong> Fred Nascimento<br />
<strong>How to Cross Walls</strong> Marcela Cavallini Et al.<br />
<strong>A Quest for Balance in While we Wait</strong> Kristina Watt<br />
<strong>Sand and Stones</strong> Renée Koldewijn, Bushra Arbawi<br />
<strong>The Beetle Woman</strong> Clarice Gon Çalves<br />
<strong>Fire in Falda del Carmen</strong> Candelaria Silvestro<br />
<strong>Enclosure of Land and Soul</strong> Elisabeth Einsiedler<br />
<strong>More Integrated Lives</strong> Coletivo MÓ<br />
<strong>pE.HSen</strong> Julianne Kasabalis, Romain Toupin<br />
<strong>Działoszyce: Song, Border, Body</strong> N Eda Erçin<br />
<strong>Sector &#8211; Ecoperformance Recording in Immersive Video Forma</strong>t Wojciech Olchowski<br />
<strong>Throat. Between Ecosophy and Ecoperformance</strong> Rodrigo Reis Rodrigues, Mathias Reis<br />
<strong>Cenotaph For Weird’s Well And T[h]ree Missing Bodies</strong> Rolf Gerstlauer, Julie Dind<br />
<strong>Dancing the Image: Or how to achieve a Butoh-Image</strong> Sebastian Wiedemann</p>
<p><strong>Towards a Symbio-Scene</strong> Wolfgang Pannek, Maura Baiocchi</p>
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		<title>Choreographic Theater of Tensions – Forces &amp; Forms</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jan 2020 23:37:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wolfgang</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Hans Thies Lehmann]]></category>
		<category><![CDATA[Maura Baiocchi]]></category>
		<category><![CDATA[Taanteatro]]></category>
		<category><![CDATA[Taanteatro Companhia]]></category>
		<category><![CDATA[Wolfgang Pannek]]></category>

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		<description><![CDATA[Choreographic Theater of Tensions – Forces &#38; Forms Maura Baiocchi, Wolfgang Pannek (2020), São Paulo: Transcultura. Foreword by Hans-Thies Lehmann Introductional note: Shane Pike ISBN 978-85-64246-05-8 232 pages. 90 black &#38; white photos. 50 coloured photos Orders teaser &#8220;This book &#8230; <a href="http://www.taanteatro.com/livros/choreographic-theater-of-tensions-forces-forms.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2020/01/Choreographic-Theater-of-tensions-Forces-Forms-2020.jpg"><img src="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2020/01/Choreographic-Theater-of-tensions-Forces-Forms-2020.jpg" alt="" width="1200" height="1800" class="alignleft size-full wp-image-6027" /></a></p>
<p>Choreographic Theater of Tensions – Forces &amp; Forms<br />
Maura Baiocchi, Wolfgang Pannek (2020), São Paulo: Transcultura.<br />
Foreword by Hans-Thies Lehmann<br />
Introductional note: Shane Pike<br />
ISBN 978-85-64246-05-8<br />
232 pages. 90 black &amp; white photos. 50 coloured photos<br />
<span id="more-3759"></span><br />
<a href="http://www.taanteatro.com/english/uncategorized/how-to-order-choreographic-theater-of-tensions-forces-forms.html" title="Orders" target="_blank">Orders</a></p>
<p><a title="Teaser" href="https://www.youtube.com/watch?v=zUxWqxBHSr8" target="_blank">teaser</a></p>
<p><!--more--></p>
<p>&#8220;This book comes at the right time. Its publication falls into a moment when &#8211; in addition to the ongoing discussion of the body &#8211; the theorizing of the affective in the theater studies has become more important compared to the rational aspect of the transmission of meaning. The example of Maura Baiocchi appears (&#8230;) as an encouragement, while many theater makers are disheartened in the face of the reactionary front, which has been built against all experimental art for years. The work of Taanteatro (&#8230;) is nothing less than the ever-renewed attempt to promote a new &#8220;co- existence&#8221; of man and nature. (&#8230;) It is a radically &#8220;green&#8221; theater that formulates a far-reaching critique of our civilization.&#8221;<br />
Hans-Thies Lehmann (excerpts from the preface)</p>
<p>Choreographic Theater of Tensions – Forces &amp; Forms is the first publication about Taanteatro in English. Written by the directors of Taanteatro Companhia – the Brazilian choreographer Maura Baiocchi and the German director Wolfgang Pannek – the book presents in a concise and substantial manner, the creative and theoretical approaches of Taanteatro Dynamics – an investigation of performative language based on the tension principle and the notion of the expanded body.</p>
<p>Widely illustrated, it additionally informs the reader about the trajectories of Taanteatro Companhia and its founding director Baiocchi. Aimed at professionals, students and researchers of the performing arts, and the general public, the book summarizes and refines an editorial project that covers the following publications:</p>
<p>Taanteatro: Choreographic Theater of Tensions (2007), Taanteatro: Rite of Passage (2011), Taanteatro: MBE – Mandala of Body Energy (2013), Taanteatro: [Des]Construction and Schizopresence (2016), and Taanteatro: Forces &amp; Forms (2018).</p>
<p>The book will be released internationally starting from April 2020:</p>
<p>Rose Bruford College of Theatre and Performance (London) – April 14 – 16<br />
Academy of Fine Arts Leipzig (Germany) – May 11 – 15<br />
International Theatre Institute Germany (Berlin) – June<br />
Queensland University of Technology (Brisbane, Australia) – November</p>
<p>The presentation of the book is accompanied by additional activities such as illustrated lecture about Taanteatro Dynamics, Workshop, Performance.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Taanteatro: forças e formas</title>
		<link>http://www.taanteatro.com/livros/taanteatro-forcas-e-formas.html</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2018 14:01:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wolfgang</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Maura Baiocchi]]></category>
		<category><![CDATA[Taanteatro]]></category>
		<category><![CDATA[Taanteatro Companhia]]></category>
		<category><![CDATA[Taanteatro forças e formas]]></category>
		<category><![CDATA[Wolfgang Pannek]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.taanteatro.com/?p=3036</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Este livro chega na hora certa. Sua publicação ocorre em um momento em que &#8211; além da discussão permanente sobre o corpo &#8211; a teorização do afetivo nos estudos teatrais se tornou mais importante em comparação com o aspecto racional &#8230; <a href="http://www.taanteatro.com/livros/taanteatro-forcas-e-formas.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2018/03/Taanteatro-forças-formas-2018.jpg"><img src="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2018/03/Taanteatro-forças-formas-2018.jpg" alt="" width="1200" height="1800" class="alignleft size-full wp-image-6029" /></a><br />
<span id="more-3036"></span></p>
<p>&#8220;Este livro chega na hora certa. Sua publicação ocorre em um momento em que &#8211; além da discussão permanente sobre o corpo &#8211; a teorização do afetivo nos estudos teatrais se tornou mais importante em comparação com o aspecto racional da transmissão de significado. O exemplo de Maura Baiocchi aparece (&#8230;) como um incentivo, enquanto muitos criadores performativos ficam desanimados diante da frente reacionária, que tem sido construída contra toda arte experimental há anos. O trabalho de Taanteatro (&#8230;) é nada menos que a tentativa sempre renovada de promover uma nova &#8220;coexistência&#8221; do homem e da natureza. (&#8230;) um teatro radicalmente “verde” que formula uma crítica abrangente de nossa civilização.&#8221;<br />
<strong>Hans-Thies Lehmann</strong> em seu prefácio à tradução inglesa do livro (2020). </p>
<p><strong>Taanteatro: forças &amp; formas</strong> apresenta, de maneira concisa e substancial as abordagens práticas e teóricas da dinâmica taanteatro &#8211; uma investigação da linguagem performática a partir de duas noções: princípio tensão e corpo expandido. Além disso, oferece ao leitor a oportunidade de informar-se sobre as trajetórias da Taanteatro Companhia e de sua diretora-fundadora Maura Baiocchi.</p>
<p>Autores: Maura Baiocchi, Wolfgang Pannek<br />
Projeto gráfico: Hiro Okita <br />
Assistente de edição: Mônica Cristina Bernardes<br />
Editor: Wolfgang Pannek</p>
<p>Todos os direitos desta edição reservados à Transcultura Marketing e Comunicação Ltda. </p>
<p><strong>Preço:</strong> R$ 90,00<br />
<a href="http://www.taanteatro.com/?p=3840" title="Como encomendar" target="_blank">Como encomendar</a></p>
<p>© Maura Baiocchi e Wolfgang Pannek, 2018<br />
www.taanteatro.com </p>
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		<title>TAANTEATRO: [Des]Construção e Esquizopresença</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2016 20:02:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wolfgang</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TAANTEATRO: [Des]construção e Esquizopresença Transcultura, São Paulo, 2016. Org.: Wolfgang Pannek, Maura Baiocchi Colaboradores: Alda Maria Abreu, Rodrigo Marco del Pont , Natalia Barrionuevo, Celia Musilli, Luiz B. L. Orlandi. A Taanteatro Companhia nasceu em 1991 na cidade de São &#8230; <a href="http://www.taanteatro.com/livros/taanteatro-desconstrucao-e-esquizopresenca.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2016/10/Taanteatro-desconstrução-de-esquizopresença-2016.jpg"><img src="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2016/10/Taanteatro-desconstrução-de-esquizopresença-2016.jpg" alt="" width="1200" height="1800" class="alignleft size-full wp-image-6031" /></a></p>
<p><strong>TAANTEATRO: [Des]construção e Esquizopresença </strong><br />
Transcultura, São Paulo, 2016.<br />
<strong>Org.:</strong> Wolfgang Pannek, Maura Baiocchi<br />
<strong>Colaboradores: </strong>Alda Maria Abreu, Rodrigo Marco del Pont , Natalia Barrionuevo, Celia Musilli, Luiz B. L. Orlandi.</p>
<p><span id="more-2795"></span></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/Taanteatro-desconstrução-e-esquizopresença-307369182988840/" title="Capa"></a></p>
<p>A Taanteatro Companhia nasceu em 1991 na cidade de São Paulo. É reconhecida nacionalmente pela qualidade singular e marcante de seus trabalhos, que envolvem processos criativos, reflexivos e didáticos no campo das artes performáticas. Maura Baiocchi concebeu a dinâmica taanteatro, uma investigação da linguagem cênico-corporal a partir do princípio tensão.</p>
<p>Taanteatro: [Des]Construção e Esquizopresença apresenta dois temas: um método eficaz de criação performática e uma nova noção de presença cênica fundada no entrecruzamento dos pensamentos de <strong>Friedrich Nietzsche</strong>, <strong>Antonin Artaud</strong> e <strong>Gilles Deleuze</strong>.</p>
<p>Amplamente ilustrado, o livro complementa as dimensões conceituais expostas em Taanteatro: Teatro Coreográfico de Tensões (2007) e expande o compartilhamento minucioso de proces- sos criativos iniciado com Taanteatro: Rito de Passagem (2011) e Taanteatro: MAE – Mandala de Energia Corporal (2013).</p>
<p><strong>Investimento:</strong> R$ 90,00</p>
<p><strong>Contato:</strong><br />
contato@taanteatro.com<br />
taanteatro@hotmail.com</p>
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		<title>TAANTEATRO:MAE &#8211; Mandala de Energia Corporal</title>
		<link>http://www.taanteatro.com/livros/livro-novo-taanteatro-mandala-de-energia-corporal.html</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Sep 2013 23:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wolfgang</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Corpo]]></category>
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		<description><![CDATA[Título: Taanteatro: MAE &#8211; Mandala de Energia Corporal Autores: Maura Baiocchi e Wolfgang Pannek ISBN: 978 – 85 – 64246 – 02 – 7 Preço: R$ 90,00 Páginas: 191 Com este livro, os autores apresentam um processo prático de criação &#8230; <a href="http://www.taanteatro.com/livros/livro-novo-taanteatro-mandala-de-energia-corporal.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2013/09/TAA_MAE_capa.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1626" src="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2013/09/TAA_MAE_capa.jpg" alt="" width="787" height="1098" /></a></p>
<p>Título: Taanteatro: MAE &#8211; Mandala de Energia Corporal<br />
Autores: Maura Baiocchi e Wolfgang Pannek<br />
ISBN: 978 – 85 – 64246 – 02 – 7<br />
Preço: R$ 90,00<br />
Páginas: 191</p>
<p><span id="more-1625"></span></p>
<p>Com este livro, os autores apresentam um processo prático de criação de presenças cênicas e de performances: o MAE que integra as energias corporais, imaginativas e racionais visando modos de produção teatrocoreográficos para além de códigos cênicos estandardizados ou padronizados. Amplamente ilustrado, o livro complementa as dimensões conceituais expostas pelos mesmos autores em <a title="Taanteatro - teatro coreográfico de tensiones" href="http://www.taanteatro.com/publicacoes/taanteatro-teatro-coreografico.html#more-372">Taanteatro: Teatro Coreográfico de Tensões</a> (Azougue Editorial, RJ, 2007).</p>
<p><strong>Índice </strong></p>
<p>Introdução</p>
<p><strong>1 &#8211; TAANTEATRO</strong><br />
Nascimento e Metamorfoses<br />
Dança dos Conceitos<br />
- Tensão<br />
- Ent(r)e<br />
- Pentamusculatura</p>
<p><strong>2 &#8211; MAE – MANDALA DE ENERGIA CORPORAL</strong><br />
Origens e Butoh<br />
Mandalas Arcaicos<br />
Simbolismo<br />
Energia<br />
Anatomia Energética<br />
Presença e Intensidade<br />
Interações<br />
As Três Fases</p>
<p><strong>Passo a Passo</strong><br />
1ª Dança – DormirAcordar<br />
2ª Dança – Zerar<br />
3ª Dança – ArcoFlechaAlvo<br />
4ª Dança – Coração<br />
5ª Dança – Serpente<br />
6ª Dança – Estados da Matéria<br />
7ª Dança &#8211; MarRitmo<br />
MarRitmo e Écriture Automatique</p>
<p><strong>DANÇAS [IM]PURAS</strong><br />
Pureza e Singularidade<br />
Contaminações<br />
Alquimias<br />
- Não-Ser (o vir a ser da dança) – Valter Felipe<br />
- Esquizoflower – Alda Maria Abreu<br />
- Os Quatro Elementos – Roger Valença<br />
- Desejo de Comunicação – Rodolfo Osses<br />
- Criação Inexorável – Cláudio Vinícius Fróes Fialho</p>
<p><strong>Posfácio &#8211; PERSPECTIVAS</strong></p>
<p>PROGRAMA MUNICIPAL DE FOMENTA À DANÇA PARA SÂO PAULO<br />
Editora: Transcultura<br />
Desenho gráfico: Hiro Okita<br />
Fotos: Silvia Machado, Randal Andrade, Wolfgang Pannek</p>
<p><!--more--></p>
<p>MAE – MANDALA DE ENERGIA CORPORAL<br />
Capítulo 2 – Passo a passo</p>
<p>ERRATA<br />
Pág. 75 &gt; desconsiderar 2ª foto da esquerda para a direita pois não corresponde ao enunciado no item 1.1<br />
Pág. 85, nota de rodapé 130 &gt; leia-se: Ver segmento As Três Fases do 2º Capítulo.<br />
Pág.90, 3ª linha do passo 1 &gt; leia-se: Deste passo até o passo 7 respirar normal e naturalmente.<br />
Pág. 94, 2ª frase do passo 12.7 &gt; leia-se: Proceder como no passo 12.3.<br />
Pág. 94, passo 12.8 &gt; leia-se: RSTs desmanchando a postura conforme passo 12.4.<br />
Pág. 95 &gt; o passo correspondente à última foto da página é o 11.3.<br />
Pág. 100, passo 20.7 &gt; Realizar mais duas vezes passos 20 a 20.6.</p>
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		<item>
		<title>TAANTEATRO &#8211; Rito de passagem</title>
		<link>http://www.taanteatro.com/livros/taanteatro-rito-de-passagem.html</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 13:13:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna</dc:creator>
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		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Rito de passagem]]></category>
		<category><![CDATA[Taanteatro]]></category>

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		<description><![CDATA[TAANTEATRO: Rito de passagem Wolfgang Pannek e Maura Baiocchi  Editora:Transcultura,  2011, São Paulo. ISBN: 978-85-64246-00-3 Nº páginas: 144 Preço: R$ 60,00 Com Taanteatro: rito de passagem, Wolfgang Pannek e Maura Baiocchi apresentam um processo de criação dramatúrgica inovador, com forte apelo corporal, metafórico &#8230; <a href="http://www.taanteatro.com/livros/taanteatro-rito-de-passagem.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2011/08/Taanteatro-rito-de-passagem2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6033" src="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2011/08/Taanteatro-rito-de-passagem2.jpg" alt="" width="1273" height="1795" /></a></p>
<div><strong>TAANTEATRO: Rito de passagem</strong></div>
<div>Wolfgang Pannek e Maura Baiocchi <strong></strong></div>
<div><strong>Editora:</strong>Transcultura,  2011, São Paulo.</div>
<div><strong>ISBN:</strong> 978-85-64246-00-3</div>
<div><strong>Nº páginas:</strong> 144</div>
<div><strong>Preço:</strong> R$ 60,00</div>
<div></div>
<div><span id="more-1108"></span></div>
<div>Com Taanteatro: rito de passagem, Wolfgang Pannek e Maura Baiocchi apresentam um processo de criação dramatúrgica inovador, com forte apelo corporal, metafórico e conceitual. Amplamente ilustrado, o livro complementa as dimensões conceituais expostas pelos mesmos autores em Taanteatro: teatro coreográfico de tensões.</div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div><span style="font-size: large"><strong>TENSÕES EXTREMAS NO TAANTEATRO</strong></span></div>
<div style="text-align: left">
<div style="color: black">
<p><strong>Entrevista de Celso Araujo (brasiliagenda) com Wolfgang Pannek &#8211; 28/02/2011 </strong></p>
<p><em>Se procurarmos com muita atenção, em bibliotecas e livrarias, vamos encontrar poucos livros que falem dos métodos de interpretação no teatro, suas escolas, períodos, gêneros, em especial aqueles métodos advindos da experiência brasileira. Um sensível trabalho que apresenta e registra uma dessas vertentes acaba de ser lançado: <strong>Rito de Passagem,</strong> de Wolfgang Pannek e Maura Baiocchi, pela editora Transcultura.</em></p>
</div>
<div style="color: black"><em> <strong>Rito de Passagem </strong>é especialmente um trabalho conduzido por Wolfgang Pannek, co-diretor com Maura Baiocchi do Taanteatro, companhia de técnicas, espetáculos, invenções e coisas muito belas e radicais no novo teatro que se faz no Brasil.<br />
Pannek está no Brasil desde 1992. Participou de diversos espetáculos, inclusive no Oficina.Tradutor, ator e diretor, ele faz atualmente o magister artium pela Universidade de Hagen, Alemanha. E acaba de sair da experiência ousada do <strong>Rito de Passagem</strong>, viagem que pode ser compreendida passo a passo nas 144 páginas de um livro rico em depoimentos, dos integrantes da experiência, imagens e sugestões polêmicas sobre o mundo do teatro e da performance nos dias de hoje. Em entrevista exclusiva, Wolgang nos fala da intensa e diversificada passagem que produziu com seus atores. O livro (lançamento dia 17 de março em SP) é, sem dúvida, bom para atores, performers, diretores e também parte do púbilco que aprecia a experiência do drama em carne viva.</em></div>
<div style="color: black"></div>
<div style="color: black"><strong>Como se deu seu encontro com Maura Baiocchi. Você já fazia, via ou acompanhava o teatro em sua cidade, na Alemanha?</strong></div>
<div style="color: black">Conheci a Maura Baiocchi em 1992 por ocasião de sua participação no Festival Internacional de Butoh e Artes Relacionadas em Bremen/Alemanha. Na época, trabalhei como editor de artes cênicas da revista Bremer e atuava no chamado teatro independente como autor, diretor e ator. O diretor gráfico da revista escolheu a foto da Maura como capa de minha matéria sobre o festival, achando-a mais bonita do que as imagens de Kazuo Ohno e Carlotta Ikeda, as estrelas do evento. Encontrei com a Maura após a apresentação de seu espetáculo <em>Frida Kahlo – uma mulher de pedra dá luz à noite</em>. Gostei do espetáculo e gostei dela. Uma semana depois, antes de sua partida, lhe comuniquei meu desejo de reencontrá-la no Brasil. Ela concordou. Desde então se passaram mais de 18 anos. Ingressei na Taanteatro Companhia em 1992, primeiro como assistente de direção, a seguir como performer e diretor. Desde 1994 sou co-diretor da Taanteatro.</div>
<div style="color: black"></div>
<div style="color: black"><strong>Em que momento as experiências somadas passam a gerar o que depois é denominado de Taanteatro. E o que vem a ser no conceito e na prática o Taanteatro?</strong></div>
<div style="color: black">Minha contribuição à companhia, ao lado da atividade como diretor, performer, professor e produtor, consistiu na proposta de certas referências temáticas. Fruto disso são nossos espetáculos relacionados a Artaud, Lautréamont, Tabori, Beckett e Nietzsche. Além disso, contribuí com o desenvolvimento conceitual do trabalho condensado em 2007 no livro Taanteatro &#8211; teatro coreográfico de tensões. Mas os princípios e as práticas básicas do taanteatro foram desenvolvidos por Maura Baiocchi entre 1988 e 1992. É partir de 1991 que a palavra “taan”, que vem do sânscrito e significa tensão ou dança, aparece na denominação do Núcleo Taantécnica Butoh. Ao meu ver, o taanteatro procura integrar as seguintes experiências e concepções em sua prática cênica: a multiplicidade fenomenal que compõe o mundo, e por conseqüência o teatro, é um conjunto de interrelacões energéticas em constante transformação. Chamamos essas relações de tensões. As tensões relacionam e atravessam os corpos, as formas e as forças da cena. Cabe ao diretor e ao performer interagir com a polifonia dessa rede tensiva da qual ele faz parte. O acontecimento cênico é comunicativo e se realiza entre essas formas e formas. Por ocorrer no jogo de tensões entre corpos e coisas, o acontecimento cênico descentraliza o ser humano, a cena deixa de ser antropocêntrica e dá lugar a ao corpo pentamuscular (ou da ecorporalidade), isto é, ao corpo como extensão do mundo e vice-versa.</div>
<div style="color: black"></div>
<div style="color: black"><strong>O que acha dos métodos de preparação do ator em geral, ensinado em faculdades, cursos avulsos ou mesmo internamente nas companhias e grupos brasileiros?</strong></div>
<div style="color: black">A criação e aplicação de um método prático—teórico demanda mais do que uma colagem de exercícios mais ou menos úteis. Nos últimos quinze anos, ocorreu no Brasil uma proliferação de ofertas, motivada em parte pela vitalidade da cena teatral e pela necessidade de fazer dinheiro. Conheço essas práticas somente em parte, através de relatos de alunos e por meio de seus resultados práticos. Ao meu ver, os melhores trabalhos de preparação vêm dos grupos que consolidam o trabalho de preparação dentro de um projeto estético específico.<br />
O trabalho corporal das universidades me parece deficiente. Existe também um problema de integração entre teoria e prática teatral. Muitos estudantes gostam de falar longamente sobre o corpo-sem–órgãos, mas têm grandes dificuldades com exercícios rítmicos elementares. Aparentemente, nas universidades cada professor segue sua própria linha de ação, a não ser que haja vínculos ideológicos ou interesses extrauniversitários entre alguns deles. Isso leva simultaneamente à diversidade e à pulverização do aprendizado. Tenho a impressão que deveria haver mais cooperação e coordenação entre os docentes e uma definição maior do objetivo global do ensino.</div>
<div style="color: black"></div>
<div style="color: black"><strong>A experiência do Rito de Passagem, agora publicada em livro, parte de que princípios do Taanteatro? O que é preciso para ser um iniciado nesse Rito?</strong></div>
<div style="color: black">No rito de passagem, conforme desenvolvido pela Taanteatro, o performer se experiencia de múltiplas maneiras: como autor e protogonista de uma dramaturgia para-teatral que envolve um grande número de participantes, seus colegas. A autoria demanda a definição de todos os aspectos do rito, da transformação pretendida até os detalhes estéticos do trabalho. O rito de passagem ativa elementos que consideramos importantes para uma obra artística e seu compartilhamento com o público. O livro mostra em detalhe as fases desse processo e principalmente como utilizamos o rito de passagem para a criação dramatúrgica coletiva que resultou em 2010 no espetáculo Rit.U. Antes da realização dos ritos propriamente ditos.Uma próxima publicação se destinará à “Desconstrução de performance”.</div>
<div style="color: black"></div>
<div style="color: black"><strong>Os depoimentos dos participantes do Rito de Passagem estão muito bem documentada nos textos dos atores-dançarinos-participantes. O Rito tem continuidade, terá, dentro dos novos espaços a serem abertos pelo Taanteatro?</strong></div>
<div style="color: black">Documentamos os depoimentos dos participantes por acreditar que certas experiências seriam melhor transmitidas por quem efetivamente as tivesse vivenciado, nesse caso por pessoas sensíveis e inteligentes, capazes de lançar luzes sobre certos detalhes mas também através de análises que relacionam sua experiências com outros contextos e leituras filosóficas.</div>
<div style="color: black"></div>
<div style="color: black"><strong>O Rito de Passagem, nesse primeiro movimento dirigido por você, pode também ser aplicado em outras cidades? Pode, por exemplo, ser vivido nas pequenas cidades ou no campo?</strong></div>
<div style="color: black">Uma primeira tentativa de realizar esse processo foi feita com estudantes da UnB em 2009 sob direção de Maura Baiocchi. O resultado foi apresentado no Cometas Cena.<br />
Não existe limite geográfico ou cultural para a aplicação e modificação desse processo porque ele se refere a uma dimensão simultaneamente atávica e criativa de qualquer ser humano, independentemente de sua origem e formação cultural.</div>
<div style="color: black"></div>
<div style="color: black"><strong>Para você, o que é importante no ator para que ele ganhe autonomia e voe com suas próprias asas?</strong></div>
<div style="color: black">É um tema complexo. Aponto alguns aspectos. O ator não deve querer agradar, nem impressionar. São atitudes de sujeição, manipulação e de reafirmação do mesmo que ferem sua soberania e reduzem de antemão as dimensões de qualquer processo comunicativo. A entrega do ator a um tipo de treinamento, a uma técnica ou uma estética, não deve se tornar uma ideologia. Cada técnica e cada estilo têm limites, inclusive na captação da realidade. Quando a técnica se sobrepõe de forma vaidosa sobre o ato comunicativo a interação entre artista e público se limita e se torna unidirecional.  Muitos “mestres” cultivam a aura de sua própria elevação. Manter uma percepção crítica em relação a tais atitudes de forma alguma significa desrespeitar as qualidades e o status de uma pessoa que exerce liderança com base em suas realizações. Mas é preciso evitar a santificação e auto-santificação que tornam a vida, a arte e as pessoas falsas e patéticas. É um grande desafio ir fundo na exploração de uma experiência, sem desenvolver uma cegueira para transformação de relações de autoridade em relações autoritárias.</div>
<div style="color: black"></div>
<div style="color: black"><strong>Que experiências em cena você teve como espectador e que realmente contemplaram sua sensibilidade e seu gosto de maneira surpreendente?</strong></div>
<div style="color: black">Minhas melhores experiências como espectador se deram com a o vigor e precisão de alguns trabalhos do teatro polonês, como por exemplo do diretor Lupa, com as dimensões abissais de alguns representante da dança butoh (Hijikata, Ohno, Tanaka), com a mistura de delicadeza, humor e ritmo em “A Tempestade” de Brook e com a imprevisível performaticidade e poesia nos solos de Maura Baiocchi.</div>
<div style="color: black"></div>
<div style="color: black"><strong>Quais paralelos você traçaria entre o rito de passagem e outras experiências de transformação do ator e da cena no campo da cultura teatral?</strong></div>
<div style="color: black">Em nosso trabalho é preciso distinguir entre o rito de passagem enquanto tal e de sua aplicação para a criação dramatúrgica. Trata-se de etapas sucessivas de um trabalho complexo, sendo que a primeira é subsidiada pelo levantamento da mitologia pessoal do performer, da formalização do rito num roteiro e de um certo conhecimento de nossa teoria das tensões e da pentamusculatura. A realização rito ocorre sem ensaio e sem repetição. Pessoalmente desconheço trabalhos similares no campo de treinamento de atores, dançarinos e performers, apesar de imaginar que devam existir desenvolvimentos relacionados como p.ex. as ações para-teatrais de Grotovski e no teatro antropológico, mas desconheço os detalhes desses trabalhos.</div>
<div style="color: black"></div>
<div style="color: black"><strong>Passado o RIT.U, para onde vão esses atores? Seguem caminhos próprios ou também se integram ao núcleo do Taanteatro?</strong></div>
<div style="color: black">Os participantes de Rit.U e do NuTAAN 2010 (Núcleo Taanteatro Formação, Pesquisa e Criação) seguem destinos distintos, mas é recorrente a integração de alguns deles nos projetos da Taanteatro Companhia. Entre o participante de Rit.U selecionamos cinco para a re-encenação de “Artaud – onde deus corre com olhos de uma mulher cega” que faz parte de nossas atividades em 2011, ano que a Taanteatro completa vinte anos de existência.</div>
<div style="color: black"></div>
<div style="color: black"><strong><em>Celso Araújo</em></strong></div>
</div>
<div style="text-align: left"></div>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Taanteatro &#8211; Teatro coreográfico de tensiones (Versão em Espanhól)</title>
		<link>http://www.taanteatro.com/livros/taanteatro-teatro-coreografico-1.html</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 13:09:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Taanteatro. Teatro coreográfico de tensiones  Maura Baiocchi y Wolfgang Pannek  Coedición con Ediciones El apuntador y Transcultura  2011, 218 p. Link El taanteatro -teatro coreográfico de tensiones- investiga la comunicación escénica como proceso dinámico y enérgico a partir del principio &#8230; <a href="http://www.taanteatro.com/livros/taanteatro-teatro-coreografico-1.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2011/08/Taanteatro.-Teatro-coreográfico-de-tensiones-768x768.png"><img class="alignleft size-full wp-image-3729" src="http://www.taanteatro.com/wp-content/uploads/2011/08/Taanteatro.-Teatro-coreográfico-de-tensiones-768x768.png" alt="" width="768" height="768" /></a></p>
<div><strong>Taanteatro. Teatro coreográfico de tensiones</strong>  Maura Baiocchi y Wolfgang Pannek</div>
<div> Coedición con Ediciones El apuntador y Transcultura  2011, 218 p.</div>
<div><a href="http://www.unc.edu.ar/institucional/perfil/editorial/catalogo/2011/taanteatro.-teatro-coreografico-de-tensiones">Link</a></div>
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<div>El taanteatro -teatro coreográfico de tensiones- investiga la comunicación escénica como proceso dinámico y enérgico a partir del principio de tensión. Interdisciplinar, plurimedial y transcultural, se identifica con la vertiente del teatro posdramático, donde la realidad intensiva del cuerpo adquiere una función central. Fundada por Maura Baiocchi en 1991 en São Paulo, Brasil, la Compañía Taanteatro colabora con la evolución de las artes contemporáneas por medio de procesos creativos, reflexivos y didácticos. La singularidad de sus puestas en escena teatrocoreográficas en torno de artistas y poetas como Artaud, Lautréamont, Nietzsche, Pessoa, Kahlo, Carrol, Beckett y Shakespeare fue reconocida por la prensa en función de su &#8220;osadía e innovación&#8221;, su &#8220;marcada belleza visual&#8221;, su &#8220;gran trabajo de intérprete&#8221; y su &#8220;rigor gestual&#8221;.</div>
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<p><a href="http://www.centrocultural.coop/revista/imprimir/380/%93tanteatro_teatro_coreografico_de_tensiones%94_de_baiocchi_maura_y_pannek_wolfgang_cordoba_ediciones_el_apuntador_2011.html"><!--[if gte mso 9]&gt;--><span style="font-size: 12.0pt"><span lang="EN-GB"><strong>Taanteatro.Teatro coreográfico de tensiones.</strong></span></span></a></p>
<h1><span style="font-size: 10.0pt" lang="EN-GB">de Nidia Burgos, <strong> </strong>Palos y Piedras, La revista del CCC</span><span style="font-size: 10.0pt" lang="EN-GB">- Edición N° 17</span></h1>
<p><span lang="EN-GB">Esta traducción al español de las investigaciones de Maura Baiocchi, creadora del abordaje taanteatro y directora fundadora de la compañía brasileña Taanteatro y de Wolfgang Pannek, codirector de dicha compañía, constituye un importante nodo de la red intelectual que han venido construyendo desde 1994 en el campo teatral cordobés. A través de seminarios dictados en la Universidad Nacional de Córdoba, trajeron las técnicas del Taanteatro y luego en diversas oportunidades, artistas argentinos viajaron a Brasil a estudiar y experimentar conformando un espacio de conocimiento e intercambio supranacional. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">El manual está dividido en tres capítulos de teoría, un cuarto de “Procesos y prácticas” y culmina en el quinto con tres entrevistas. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">El primer capítulo, “Tensiones y artes escénicas”, contextualiza histórica y conceptualmente la tensión, poniendo el acento en los fragmentos epocales y en las circunstancias en que fue más valorada la tensión en el drama (acción). </span></p>
<p><span lang="EN-GB">La apropiación </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> teatro oriental se hace evidente y con distintos resultados en Meyerhold, Brecht y Artaud. La “despersonalización sistemática” del teatro de Bali, en la que “todo produce el efecto máximo”, estimula a Artaud a exigir un teatro mágico y metafísico, en el que el espectador entra en contacto con el devenir del mundo a través del estado de trance. Si bien el término tensión es usado una sola vez por Artaud en <em>El teatro y su doble, </em>Baiocchi y Pannek enumeran diversos aspectos del <em>Teatro de la crueldad</em> en los que la tensión está presente. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">La atracción comunicativa del Teatro de la crueldad resulta </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> uso de <em>disonancias</em> que se dirigen a todos los sentidos. El encuentro entre dos cuerpos genera en el lenguaje de Deleuze el acontecimiento o puro devenir, y que corresponde, en el taanteatro, a la tensión. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">Seguidamente, analizan en forma puntual la Danza y el Performance, recorriendo la historia de la danza moderna en Brasil. Antes de contextualizar el tema de la tensión en la época contemporánea, los autores repasan el trabajo de los pioneros de la fase precursora y de la fase histórica de la Modernidad. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">Según ellos, a partir de los años 50 la danza norteamericana invadió Europa occidental. La danza expresionista se practicó con fuerza en Japón, influenciando e inspirando a los creadores de la danza Butoh: Hijikata Tatsumi y Kazuo Onho. Con la danza butoh, los japoneses, además de apropiarse de técnicas occidentales, consiguieron producir un lenguaje gestual totalmente nuevo y a la vez vinculado a la compleja contemporaneidad de su país, nacida de la traumática destrucción de Hiroshima y Nagasaki y el conflicto entre el modo de vida occidental ultramoderno y una cultura milenaria. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">Hijikata Tatsumi esperaba que su danza fundara una filosofía y no una técnica o un estilo. Los autores señalan las macro-tensiones de la danza Butoh: cuerpo atávico japonés/cuerpo mestizo; arcaico/contemporáneo; memoria/olvido, consciente/inconsciente; nacimiento/muerte; “cuerpo vacío”(no-significante)/cuerpo culturalmente estandarizado); horizontalidad/verticalidad; azar/predeterminación. Las micro tensiones operan en la gran concentración de energía: el cuerpo </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> bailarín de butoh es </span><span lang="EN-GB">como</span><span lang="EN-GB"> un tazón lleno que no puede recibir una gota más de líquido. No es una técnica sino un método para retornar, a través </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> cuerpo, a los orígenes de la existencia y responder a la pregunta: ¿quiénes somos? </span></p>
<p><span lang="EN-GB">Kazuo Ohno y su hijo Yoshito danzaron en Brasil por primera vez en 1986. Con Min Tanaka la Compañía Taanteatro pudo profundizar la investigación en la danza butoh mediante procesos creativos dirigidos por él y realizados en </span><span lang="EN-GB">San Pablo</span><span lang="EN-GB"> (1995 y 1996) y en Tokio (1998). </span></p>
<p><span lang="EN-GB">Las macro y micro tensiones se concretan en el cuerpo de los <em>performers</em> con </span><span lang="EN-GB">tanta</span><span lang="EN-GB"> radicalidad que el resultado son ojos dados vuelta, piernas y pies retraídos hacia adentro (exactamente lo contrario </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> <em>en-dehors </em></span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> ballet clásico), manos y dedos crispados, contraídos, posturas fetales que recuerdan los cuerpos calcinados por la bomba atómica. La inmersión en las memorias individuales y colectivas más remotas y la travesía por ellas, tensionando con el aquí-ahora es la primera motivación de estos artistas.</span></p>
<p><span lang="EN-GB">La compañía Taanteatro ha procesado un teatro de danza interdisciplinar, en diálogo con la filosofía, la antropología, la literatura, el teatro y la performance, entre otras áreas, modo de investigación continuo del cuerpo y del quehacer artístico. Están en la perpetua búsqueda de la danza, </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> teatro, de la comunicación y </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> cuerpo, </span><span lang="EN-GB">como</span><span lang="EN-GB"> si no existiera y debiera ser inventado. Se empeñan en la búsqueda de maneras inéditas de generar tensión y comunicación. Desestiman la coherencia, consonancia, armonía, simetría, completud, para, en cambio, desarrollar interés por lo irregular, inesperado, extraño, sorprendente, incoherente, asimétrico, incompleto, partiendo de la idea de que cualquier innovación en el lenguaje es inicialmente tensiva por ser disonante. En la medida en que el taanteatro se interesa por formas aparentemente irreconciliables y se deleita ante oposiciones y contradicciones, se puede definir como posmoderno o posthistórico, pero, por su afinidad con las ideas de Federico Nietzsche, prefiere concebirse como un teatro extemporáneo.</span></p>
<p><span lang="EN-GB">Renato Cohen sitúa al taanteatro entre los nacidos en el contexto </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> posestructuralismo, bajo la égida de la deconstrucción. El creador acumula las funciones de dirección, creación de textualización </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> proceso, y linkage de la <em>mise-en-scene</em>. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">Explican el origen </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> nombre: La palabra <em>danza</em> deriva </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> prefijo sánscrito <em>tan, </em>que es extender, soltar (especialmente la cuerda </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> arco). Le agregaron <em>a</em> al prefijo <em>tan</em>, para dar melodía a la palabra que inventaron: Taanteatro y lo traducen por teatro coreográfico de tensiones. El punto de partida es la comprensión </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> cuerpo pentamuscular, metáfora </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> cuerpo extendido, constituido </span><span lang="EN-GB">como</span><span lang="EN-GB"> fenómeno tensivo, tanto en el </span><span lang="EN-GB">plano</span><span lang="EN-GB"> fisiológico </span><span lang="EN-GB">como</span><span lang="EN-GB"> cognitivo en sus relaciones sensoriales, emocionales, y reflexivas con el mundo.</span></p>
<p><span lang="EN-GB">En los cuerpos y entre los cuerpos acontece siempre algo, y ese acontecimiento se realiza siempre en el “entre”. Su foco está en aquello que ocurre entre los cuerpos, en el <em>entre. </em></span><span lang="EN-GB">Para</span><span lang="EN-GB"> el taanteatro nada existe fuera </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> juego tensivo. Hay, sí grados distintos de implicación e interacción. Lo que se plantea es cómo interactuar con la tensión, sus cualidades e intensidades. Dentro de los cuerpos se percibe tensión muscular, electroquímica, intra e intercelular, de superficie, de tono. Fuera de los cuerpos, en el encuentro entre cuerpo y cuerpo, la tensión es menos perceptible. Envuelve y atraviesa los cuerpos </span><span lang="EN-GB">como</span><span lang="EN-GB"> atmósfera tensiva. La eficiencia </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> <em>performer</em> depende </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> interés permanente en cuestionar sus códigos de actuación. </span></p>
<p><em><span lang="EN-GB">Performer</span></em><span lang="EN-GB"> y platea son cómplices inseparables en la tarea de mantener la vitalidad de un acontecimiento escénico. Interacción y movimiento es el origen </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> proceso que ocurre en el <em>Entre, </em>lugar por otra parte, que no puede ser localizado. La tensión opera </span><span lang="EN-GB">como</span><span lang="EN-GB"> el rizoma (Deleuze y Guattari): no comienza ni concluye. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">Después de preceder las partes de los capítulos con citas de Deleuze y Guattari extraídas de su <em>Mil mesetas, </em>extrañamente los autores aclaran que “sin tener conocimiento previo y sin ninguna intención de hacer referencia a los conceptos de Deleuze y Guattari, el taanteatro procuró expresar su duplicidad en cuanto al proceso de los entes y la entidad de los procesos, al crear –dicen- una manera poco usual de escribir el término <em>entre</em>: ent(r)e. Y agregan “en la terminología de Deleuze y Guattari, el vocablo <em>entre-medio </em>parece designar la misma cosa”. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">Esta reseñadora considera que no es una coincidencia casual, sino que justamente las búsquedas filosóficas y lingüísticas de los autores anclan en el pensamiento de Deleuze y Guattari, apropiando también productivamente, algunos aspectos del pensamiento de Nietszche y de Artaud. El taanteatro también adoptó y modificó algunos criterios lingüísticos desarrollados por Alwin Fill. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">En el cuerpo </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> <em>performer</em> coincide la materialidad </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> cuerpo con su función de signo natural. Esa duplicidad es indicio de una posible analogía entre la tensión en el taanteatro y los conceptos </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> acontecimiento y </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> devenir desarrollados por Deleuze. </span><span lang="EN-GB">Para</span><span lang="EN-GB"> resaltar esas semejanzas, sintetizan seguidamente las nociones de cuerpo y acontecimiento siguiendo los conceptos deleuzianos para resumir que tanto en la tensión </span><span lang="EN-GB">como</span><span lang="EN-GB"> en el acontecimiento <em>todo pasa en el entre.</em>La acción escénica es un constante reacomodo del ent(r)e, o sea un juego de tensiones determinando tanto la coreografía del cuerpo intenso, como la dramaturgia de la escena como un todo, incluyendo al público.</span></p>
<p><span lang="EN-GB">Se detienen luego en la visión </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> mundo </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> taanteatro: Considera el mundo un devenir (in) tensivo complejo y comunicativo sin finalidad. </span>Su principio generador es la tensión. La tensión es paradójica. <span lang="EN-GB">Abarca siempre y al mismo tiempo, por lo menos dos: diferencia, oposición, interacción, conflicto. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">La tensión resulta de una diferencia de potencial entre fuerzas y formas, y al configurar un proceso comunicativo, agrega un tercer y dinámico elemento que supera la mera co-existencia de las fuerzas iniciales. Instala un campo de incertidumbre. Genera, sustenta y expresa el conflicto, no lo soluciona. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">Una metáfora nietzschiana refleja la visión antropológica del taanteatro: el ser humano es una cuerda sobre un abismo, como un puente, no como meta; caminante y camino, energía y signo- no como ente, sino como ent(r)e. siempre en peligrosa travesía, entre su origen unicelular más remoto y un futuro desconocido, atravesado por tensiones evolutivas, ancestrales, sociopolíticas y existenciales, (des)territorio y cruzamiento de fuerzas inmensurables. El <em>performer</em> vivencia esta metáfora de forma ejemplar bajo la mirada </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> público. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">La pentamusculatura define sus esferas integrantes y sus fronteras </span><span lang="EN-GB">como</span><span lang="EN-GB"> porosas, permeables, interpenetrables y dotadas de plasticidad, por lo que se revela </span><span lang="EN-GB">como</span><span lang="EN-GB"> un modelo dinámico, motor de constantes desterritorializaciones y reterritorializaciones. Cualquier objeto o sujeto de la escena pertenecen, simultáneamente, a musculaturas distintas, transitando entre ellas y modificando su significado. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">A continuación, describen los resultados de sus investigaciones de 1992 y 1997, donde logran producir una descripción de las cinco musculaturas: <em>aparente</em>: lo superficial; cabellos, uñas, piel, vestido (ya que pasa a ser una segunda piel); <em>interna</em>: músculos, huesos, ligamentos y tendones, órganos; <em>extranjera: </em>todo lo que nos rodea: aire, naturaleza, personas, objetos animados e inanimados. <em>Transparente: </em>la psique y sus funciones, abarcando conceptos </span><span lang="EN-GB">como</span><span lang="EN-GB">alma</span><span lang="EN-GB">, espíritu y ego. <em>Absoluta o absoluto: </em>energía sin forma, generadora y destructora de todo lo que existe. Imposible de ser explicada por la lógica y conocida bajo diversos nombres: Nada, Vacío, Principio Supremo, lo Inefable, Dios con distintos nombres para cada religión. Señalan que aún las musculaturas <em>transparente</em> y <em>absoluta</em> también pueden ser entrenadas y tonificadas </span><span lang="EN-GB">como</span><span lang="EN-GB"> cualquiera otra. Seguidamente, dan extensa lista de ejemplos </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> funcionamiento de estas musculaturas cuyas denominaciones y divisiones son sólo operativas, facilitan la comunicación y creación de coreografías, escenas y personajes, generando indagaciones infinitas. El cuerpo en tensión pentamuscular no tiene límite, extensión ni identidad definida o definitiva. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">El cuerpo pentamuscular se deshace y rehace a cada momento, así </span><span lang="EN-GB">como</span><span lang="EN-GB"> la imagen de sí y los acontecimientos a los que sirve </span><span lang="EN-GB">como</span><span lang="EN-GB"> alimento: por eso los procesos de comunicación que experimenta se reconfiguran incesantemente. En esta fase </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> estudio incorporan la noción de esquizopresencia, inspirada en el esquizoanálisis desarrollado por Guattari. Esquizopresencia designa una opción de presencia escénica y el modo </span><span lang="EN-GB">como</span><span lang="EN-GB"> el cuerpo pentamuscular </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> <em>performer</em> <strong><em>se concretiza</em></strong><em>: </em>Este no representa ni interpreta,<em> experimenta. </em>Experimentar es habitar y ser habitado por la tensión fecunda entre flujo y representación y flujo e interpretación. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">Dentro del mismo capítulo explicitan estrategias para la creación de tensión, la atmósfera tensiva, las esferas tensivas y sus pensamientos acerca del cuerpo intenso, estudiando el exceso o la falta de intratensiones, la tensión superflua, amén de la realidad fisiológica y cognitiva de la tensión. Estudian las dinámicas del aflojar, reventar y el ent( r)e como dramaturgias tensivas. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">El capítulo “¿Despedida de la representación?” explica que el taanteatro intenta en la puesta en escena de atmósferas tensivas la creación de un campo de experiencia que permita múltiples modos de desarrollo energético e intelectual productivo. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">En el capítulo llamado “Procesos y prácticas” describen una serie de acciones creativas desarrolladas en el contexto de su investigación escénica: “mandala de energía corporal”, “caminata”, “rito de pasaje”, y “(des) construcción de la performance a partir de la mitología (trans) personal”. Introducen también la noción de metacoreografía y la ejemplifican por medio de la puesta en escena de <em>Os sertões</em> del Teatro Oficina bajo la dirección de José Celso Martínez Correa. Se cierra el volumen con las entrevistas a Maura Baiocchi. La primera realizada por Daniela Rocha, la segunda por Nara Salles, y la tercera por Débora Barreto. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">El Taanteatro estudia y desarrolla el acto comunicativo a través de sus puestas en escena, partiendo del presupuesto de que la calidad y eficacia de la comunicación están directamente ligadas a la capacidad de generar acontecimiento por medio de las tensiones. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">Ilustran el texto algunas interesantes fotografías de las puestas de Taanteatro y la enorme bibliografía de apoyo está citada al pie de las páginas. </span></p>
<p><span lang="EN-GB">Consideramos que este libro, más allá del interés que sin duda tiene para los teatristas e investigadores del teatro, es un texto fundamental para conocer un recorrido epistemológico intenso, profundo y honesto. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-GB">“Taanteatro. Teatro coreográfico de tensiones.” de Baiocchi, Maura, y Pannek, Wolfgang. Córdoba, Ediciones el Apuntador, 2011.&#8221;. La revista </span><span lang="EN-GB">del</span><span lang="EN-GB"> CCC [en línea]. Enero / Abril 2013, n° 17. [citado 2013-06-19]. </span></p>
<p><a title="Link do artigo" href="https://www.centrocultural.coop/revista/17/tanteatro-teatro-coreografico-de-tensiones-de-baiocchi-maura-y-pannek-wolfgang-cordoba" target="_blank">https://www.centrocultural.coop/revista/17/tanteatro-teatro-coreografico-de-tensiones-de-baiocchi-maura-y-pannek-wolfgang-cordoba</a></p>
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