JOANA LIMONGI

Joana Limongi é graduada em artes visuais e mestre em arte pela UnB. É pintora e cineasta. Seu primeiro filme, o curta metragem A descoberta do mel foi lançado no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro em 2009. Joana coopera com a Taanteatro Companhia como editora de vídeo do espetáculo DAN.

Artanker Convoy

A banda Artanker Convoy de Nova Iorque deve sua fundação a um convite de Maura Baiocchi ao lider da banda, o baterista Arthur Owens.
No ano 2000 Maura lhe comissionou algumas faixas para a encenação do espetáculo Assim Falou Zaratustra – 4a parte, apresentado em 2001 na Fundação Nacional de Arte em São Paulo. Arthur reuniu alguns amigos e formou a banda que posteriormente lançou as músicas do espetáculo em seu primeiro CD Mature Fantasy gravado pela The Social Registry (NYC).

Artanker Convoy e a Taanteatro Companhia voltaram a colaborar em 2002 com dois espetáculos inspirados na obra de Friedrich Nietzsche:
Submerge
apresentado no Chashama Festival em Manhattan
e !Submerge! apresentado no Festival Internacional do mercosul em Córdoba/Argentina.
Os espetáculos contaram com vídeo-arte de Bruna De Araujo. Em 2011 Artanker Convoy realizou a trilha do espetáculo Rit.U.

Nourit Masson-Sékiné

A colaboração com a artista plástica e escritora francesa Nourit Masson-Sékiné remonta ao final dos anos 80, quando ela e Maura Baiocchi cooperaram em performances e instalações em Tóquio/Japão.

Desde então veio, a convite da Taanteatro Companhia, repetidamente ao Brasil. Em 1995 participou da Mostra 95 Butoh & Teatro Pesquisa com instalações fotográficas (São Paulo, Curitiba, Brasília) e uma mostra de video sobre a dança butoh. Em 2006 fez figurino e cenário do espetáculo Máquina Zaratustra
, com direção de Maura Baiocchi e Wolfgang Pannek, além de realizar um ciclo de palestras na Fundação Japão de São Paulo. Na mesma ocasião, realizou com a produção da Taanteatro uma exposição de pinturas e desenhos na galeria da Hebraica em São Paulo. A Taanteatro, por sua vez, participou através de uma coreografia solo de Maura Baiocchi, do
espetáculo Arbre de Vie, concebido e dirigido por Nourit e apresentado no Museu de Arte Contemporânea de Estrasburgo.

http://www.nouritms.fr

Conrado Silva

Músico e compositor eletro-acústico. Professor da Universidade de Brasilia.
Compôs trilha sonora original para Matéria Estado de Potência.
Parte dessa composição também é utilizada em Máquina Zaratustra.

Candelária Silvestro

A cooperação da Taanteatro Companhia com a premiada pintora argentina Candelária Silvestro iniciou-se no ano 2000 por ocasião da encenação de MateriaMuerte no Centro Cultural General Paz em Córdoba/Argentina. Em 2001 Candelária participou como cenógrafa e atriz da encenação de Assim Falou Zaratustra na Funarte São Paulo, além de criar cenografia para Frida Kahlo – uma mulher de pedra dá luz à noite. Produzido pela Taanteatro Companhia, a artista realizou a mostra individual de pinturas Soledad na Funarte São Paulo Em 2002 integrou a montagem de !Submerge!, apresentada no Festival Internacional do Mercosul em Córdoba/Argentina com a criação de figurino e cenografia. Em 2012 realizou o figurino do espetáculo Danças [Im]Puras e organizou o evento Mistura no Cabildo Histórico de Córdoba.

Thomas E. Martin

As composições do graphic designer e compositor radicado em Hamburgo/Alemanha integram as trilhas sonoras dos espetáculos Assim
Falou Zaratustra 4ª Parte
(2001) e Entraanz, performance de Maura para o evento Continuum no MUBE (Museu Brasileiro da Escultura/SP) em homenagem a Renato Cohen (2004).

Thorsten Herbst

O compositor e cantor alemão, radicado em Köln, criou em 1994 a trilha sonora O Ladrão para a companhia. Suas composições originais integram as trilhas sonoras de Artaud – onde deus corre com olhos de uma mulher cega (1996), Matéria 1ª Forma (1998) e Walseriana 1 (2001).

Kazuo Uehara

No Japão, Maura Baiocchi colaborou com o compositor de música eletro-acústica em 1987 (Teatro Seibu 200) e em 1989 no Festival de Música Eletrônica de Abiko. No Brasil, em mais um díálogo entre a música eletro-acústica e a dança, participaram do evento Arte da Música Hoje no MASP – Museu de Arte de São Paulo. A Taanteatro Companhia trabalhou com músicas de Uehara nos espetáculos O Livro dos Mortos de Alice, Variação em Branco e Xiphamanine.

Felipe Julián

O compositor realizou música original ao vivo para os espetáculos ‘Cantos de Maldoror’ (1999) e ‘Canto Noturno’ (2001).

Roque Onofre Fraticelli

Nace en Córdoba, en 1952. Realiza sus estudios en la Escuela Provincial de Bellas Artes de esa ciudad y, desde 1977, participa en exposiciones tanto colectivas como individuales. La utilización de un lenguaje expresivo es el rasgo fundamental que caracteriza la producción de este artista; en la cual la huella de la pincelada y los tintes empleados constituyen los principales indicios de su estética. No obstante, la fuerza de la expresión no sólo es producto de los recursos plásticos presentes en sus creaciones. Por el contrario, mediante los mismos, Fraticelli pone de manifiesto un vasto mundo interior cargado de riqueza emocional y; precisamente, es este movimiento interno el que se traduce en una pintura de carácter gestual. La isla de los patos, obra que integra la Colección de arte contemporáneo de Rosario, forma parte de este contexto. Aquí, el autor rememora, casi a modo de homenaje, su ciudad natal. A través de la representación de un hito significativo, logra originar un universo de signos provenientes de la introspección.
El color se hace presente, únicamente, para marcar los centros de atención ya que, en la paleta seleccionada predominan los acromáticos, cuyo antecedente puede hallarse en una serie de trabajos del período 2000-2001, realizado a partir de los colores blanco y negro. Expuso sus obras en salones, galerías y museos de Argentina, Chile, Uruguay, Cuba, Paraguay, Bolivia, Italia y Estados Unidos. Ha obtenido importantes distinciones, tanto en salones nacionales como en concursos locales. Vive y trabaja en Córdoba.
Em 2013 coopera com a Taanteatro Companhia criando a cenografia do espetáculo Danças [Im]Puras.

Cláudio Vinicius Fróes Fialho

Compositor e músico

Bacharel em Composição (UnB – 2000) e pós-graduação em Musicoterapia (FEPEC – 2008). Compositor e multi-instrumentista toca kalimba, flauta transversal, piano, violão e viola caipira. Como integrante do lendário grupo Udhiyana Bandha e parceiro dos Cursos do Yoga da Voz, dedica-se ao estilo musical new age, transcultural e Indiano, interpretando mantras e saregamas (escalas indianas tradicionais). Vinícius compõe trilhas sonoras para espetáculos de dança, teatro e cinema, tendo sido premiado em festivais. É produtor musical e artista multimídia, fundador do Studio Sumutra.
Para a Taanteatro Companhia realizou as composições originais dos espetáculo DAN devir ancestral e Danças [Im]puras.